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Pontes e Lacerda

Seis vereadores votam contra abertura de CPI contra prefeito de Pontes e Lacerda

Pedido de investigação sobre suposta fraude em licitação não alcançou votos suficientes; denúncia será encaminhada ao Ministério Público

A Câmara Municipal de Pontes e Lacerda rejeitou, na noite desta segunda-feira (2), o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar denúncia de suposta fraude em processo licitatório envolvendo o prefeito Jakson Francisco Bassi, a vice-prefeita Aldriana Oliveira Aguiar e o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Bruno Samartino Gonçalves.

A denúncia, protocolada no Legislativo Municipal por um produtor rural, aponta possíveis irregularidades em uma licitação no valor de R$ 133.340,00, referente à contratação de serviços de decoração e buffet para o VIII Encontro da Mulher Rural, realizado em 2025. O documento também cita empresas supostamente ligadas entre si por vínculos familiares.

Vereadores que votaram contra a CPI

Seis parlamentares votaram contra a abertura da CPI, impedindo a instalação da comissão investigativa. Foram eles:

  • Ricardo Augusto da Silva

  • Josué Cordeiro de Souza

  • Edimar Correia Nascimento

  • Luana Aparecida de Souza

  • Gilson Martins Salgueiro

  • José Marcos Santana

Com esses votos, o pedido não atingiu o número necessário para a criação da CPI.

Vereadores que votaram a favor

Votaram a favor da abertura da CPI os vereadores:

  • Cleber Sella

  • Clébio Ramos de Souza (vice-presidente da Câmara)

  • Wyldo Pereira da Silva

A presidente da Câmara, Marta Cibele Lacerda Marquezam, conduziu a sessão e não votou, conforme prevê o regimento interno, enquanto o vereador Carlos Henrique Ferreira Alencar esteve ausente.

Encaminhamento ao Ministério Público

Mesmo com a rejeição da CPI no âmbito do Legislativo, o pedido de denúncia deverá ser encaminhado ao Ministério Público, que poderá analisar os fatos e decidir sobre a abertura de investigação na esfera judicial ou administrativa.

Até o momento, os citados na denúncia não se manifestaram oficialmente. O espaço segue aberto para posicionamento.

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