Douglas da Silva de Lara, de 19 anos, foi morto a tiros no início da noite desta sexta-feira (3), na Rua Begônias, esquina com a Rua Parauapebas, no bairro Jardim Padre Paulo (Vista Alegre), em Cáceres. Segundo a Polícia Militar, a principal linha de apuração é a rivalidade entre facções criminosas.
A guarnição foi acionada via Ciosp, por volta das 18h30, para verificar uma ocorrência de disparos de arma de fogo no endereço. Ao chegar ao local, a equipe encontrou a vítima caída ao solo. O Corpo de Bombeiros compareceu e constatou que o jovem já estava sem sinais vitais em decorrência dos disparos.
Vítima teria sido monitorada
Durante o atendimento, uma familiar da vítima relatou aos policiais que, no dia anterior, uma mulher estaria monitorando e gravando Douglas com um aparelho celular, de dentro de um veículo prata, acompanhada de outro homem.
Segundo as informações repassadas à PM, a motivação do crime estaria relacionada à rivalidade entre facções criminosas: a suspeita seria supostamente integrante de uma facção rival, enquanto a vítima teria suposta ligação com outra organização criminosa, conforme consta em seus registros policiais.
Execução e fuga
Testemunhas informaram que os executores foram dois homens que chegaram em uma motocicleta antiga de cor escura — um vestindo camisa preta e outro camisa branca. Após efetuarem diversos disparos contra a vítima, eles fugiram pela Rua Begônias.
O local foi isolado e preservado para os trabalhos da Polícia Judiciária Civil e da Politec. Durante a perícia, foram localizadas porções de substância análoga à maconha no bolso da calça da vítima.
Os policiais realizaram rondas e diligências pela região, mas nenhum suspeito foi localizado até o momento.
Investigação
A vítima possuía passagens por tráfico de drogas. O caso será investigado pela Polícia Civil, que apura a autoria e a motivação do homicídio.
A ocorrência foi atendida dentro da Operação Força Total – Resposta Imediata, do programa Tolerância Zero.
Nota: Os fatos relatados constam em boletim de ocorrência policial. As informações sobre suspeitos e motivação são preliminares e serão apuradas pela Polícia Civil. A identidade da testemunha, menor de idade, é preservada conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente.



